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Flight to quality: Carteira da Pimco pode se tornar a maior da história dos Estados Unidos

by on dez.10, 2009, under ações, bancos, EUA, fundos de investimento, hedge funds

Deu no Valor Economico : 10/12/2009 - da Bloomberg

O fundo Pimco Total Return Fund, dirigido por Bill Gross desde a sua inauguração, em 1987, está a caminho de se tornar o maior fundo mútuo da história do setor, uma vez que os investidores optaram pela segurança dos bônus, apesar da alta das bolsas em 2009.  A julgar pelos fluxos de entrada atuais, o fundo de bônus dirigido por Gross deverá superar este mês o recorde de US$ 202,3 bilhões atingido em 2007 pelo Growth Fund of America, segundo a empresa de pesquisas Morningstar.

O Total Return recebeu US$ 42 bilhões em dinheiro novo neste ano até outubro, quatro vezes mais do que qualquer outro fundo mútuo dos Estados Unidos, segundo mostram dados da Morningstar. O crescimento destaca a relutância do investidor pessoa física em aplicar em ações. Gross, codiretor de investimentos da Pacific Investment Management (Pimco), de Newport Beach, estado americano da Califórnia, pagou a seus clientes um retorno de 4,8% no ano passado, enquanto o Índice Standard & Poor’s, referencial das ações das maiores empresas dos Estados Unidos, perdeu 37%, incluindo dividendos.

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Back to the future: Volume de captação em Ofertas Públicas neste ano já é maior que em 2008

by on dez.09, 2009, under ações, Brasil, China, EUA, IPO (Initial Public Offering)

Deu no Valor Economico – 09/12/2009 

As ofertas públicas iniciais caminham rapidamente para voltar aos níveis estratosféricos vistos antes da crise financeira que paralisou os negócios, principalmente nos países desenvolvidos. Um levantamento das operações globais até novembro, que será divulgado hoje pela consultoria Ernst & Young, mostra que, apesar de o número de negócios ter sido menor, o volume em dinheiro ultrapassa o que foi captado nos 11 meses de 2008.

De janeiro a novembro aconteceram 459 aberturas de capital, 40% abaixo do que houve no mesmo período de 2008 (749). No entanto, em valor, a safra rendeu US$ 94,9 bilhões, comparado a US$ 94,6 bilhões nos 11 meses do ano anterior (US$ 95,2 bilhões no ano todo).

Os países em desenvolvimento, que representaram 70% do número e valor das ofertas, com destaque para Brasil e China, onde foram captados 53% do total.

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Reality show: As lições de Dubai para o quadro da economia global

by on nov.26, 2009, under ações, derivativos

Deu no Portal Exame 26/11/2009 (da Reuters) e na Folha 26/11/2009 (da France Presse)

Até poucas horas atrás, a palavra Dubai parecia evocar um milagre econômico. A mais conhecida das seis monarquias que formaram os Emirados Árabes Unidos no início dos anos 1970, Dubai parecia congregar o melhor de vários mundos.

Mas… “Como a maior parte das cidades globais, Dubai viveu sua parte nos desafios econômicos e sociais dessa crise global. Nenhum mercado está imune de questões econômicas”, disse o xeque Ahmed bin Saeed al Maktoum, membro sênior da família real de Dubai, que interveio para tentar diminuir os temores dos investidores de que um dos principais conglomerados do emirado possa declarar default sobre sua dívida. 

O conglomerado Dubai World pediu ontem uma paralisação no pagamento de suas dívidas e uma dramática reestruturação da companhia, que tem US$ 60 bilhões em obrigações.  .” O xeque concluiu afirmando que “mais informações estarão disponíveis no início da próxima semana”. As informações são da Dow Jones.

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How to dismantle an atomic bomb: China: Problema será retirar sem traumas o apoio do Estado à economia

by on out.23, 2009, under ações, China, commodities

Deu no Valor Economico: 22/10/2009: da Bloomberg

A farra do crédito na China, estimulada pelo pacote de estímulo do governo, impeliu o crescimento econômico no terceiro trimestre. Agora, os responsáveis pelas políticas públicas têm que descobrir como desmamar a economia do apoio do Estado. A revitalização do país teve como força motriz 4 trilhões de yuans (US$ 586 bilhões) de gastos em ferrovias, rodovias, usinas de energia elétrica e habitação pública. O programa termina no ano que vem, o que obrigará o primeiro-ministro, Wen Jiabao, a encontrar novas formas de sustentar a expansão com aumento nos gastos do consumidor e no crédito para as pequenas empresas.

O apoio do Estado deve responder por mais de 80% do crescimento econômico da China este ano, segundo o Banco Mundial. “Esse foi um crescimento à base de esteroides”, disse Michael Pettis, professor de finanças da Universidade de Pequim e ex-diretor de mercados emergentes do Bear Stearns. “A questão agora é como parar de injetar tanto dinheiro no sistema sem reduzir acentuadamente o crescimento econômico”, completou.

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Janela Aberta 4: Emissão de bônus em 2009 soma US$ 15,5 bi e supera nível pré-crise

by on out.23, 2009, under ações, Brasil

Deu no AE News: 15/Out/2009

O ano de 2009 ainda não acabou e o volume de captações internacionais já supera o nível pré-crise. Até o início de outubro, o volume de emissões de bônus globais, incluindo os soberanos e os corporativos, já soma aproximadamente US$ 15,5 bilhões, superando o total observado em 2008, de US$ 6,4 bilhões (volume que foi comprometido porque o mercado “secou” no segundo semestre, em função da crise internacional) e também o de 2007, de US$ 12 bilhões (sendo US$ 7,8 bilhões de captações em dólares e R$ 8,4 bilhões em reais).

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Janela aberta 2: Captações externas devem manter pressão sobre o câmbio

by on set.16, 2009, under ações, Brasil, câmbio

Deu no AE News – 10/09/2009

As boas condições da emissão externa realizada na terça-feira pela Vale confirmam a percepção de que a janela está aberta para outras operações (CSN, Votorantim, etc…). Isto significa que o fluxo deve seguir positivo, reforçando a pressão para a apreciação do real. Segundo cálculos feitos pelo economista do Itaú Unibanco Darwin Dib, a média móvel trimestral do fluxo externo destinado à bolsa e a ativos de renda fixa negociados no mercado brasileiro atingiu US$ 4 bilhões, patamar observado antes da crise e que, anualizado, significa um volume de US$ 50 bilhões. Esse fluxo intensifica a queda do dólar – que é um fenômeno mundial – frente ao real. E deve esquentar o debate em torno de qual deve ser a postura do governo diante desse quadro que afeta, principalmente, empresas exportadoras.

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Janela aberta. Ofertas primárias e secundárias registradas em 2009 já somam R$ 20,529 bilhões

by on set.16, 2009, under ações, Brasil, IPO (Initial Public Offering)

Deu no Monitor Mercantil 08/09/2009 – por Alexandre Assaf

Cada vez mais empresas estão aproveitando o momento do mercado para captar recursos e fazer frente à necessidade de caixa e realização de novos investimentos. A tendência é vista, principalmente no setor de construção civil, responsável pelas maiores altas do mercado acionário. Segundo o levantamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), as ofertas primárias e secundárias registradas em 2009, somam R$ 20,529 bilhões. Apenas uma foi abertura de capital e foi responsável por quase metade da captação: a VisaNet, que captou R$ 8,4 bilhões. Caso todas as ofertas sejam realizadas, o número neste ano superará o de 2008, de 14 empresas.

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… & Red Chips: China pode anunciar em breve regras p/ IPOs de empresas estrangeiras

by on set.08, 2009, under ações, China, IPO (Initial Public Offering)

Deu no AE News – 08/09/2009

A China pode estar perto de anunciar regras que vão permitir que companhias estrangeiras listem ações no país, em um movimento há muito tempo antecipado que poderá aprofundar o desenvolvimento do mercado de ações chinês e pavimentar o caminho para que empresas de outros países tenham acesso a yuans. As regras deverão cobrir áreas como exigências de capital, regras de contabilidade, governança corporativa e remessa de fundos levantados com ofertas públicas de ações (IPOs), segundo Tokuchi, diretor administrativo e chefe de investimento da Citic Securities, a maior corretora chinesa em valor de mercado. As regras deverão cobrir companhias de outros países e as “red chips”, que são empresas registradas e listadas no exterior, geralmente em Hong Kong, mas cujos ativos estão em boa parte na China.

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Futilidades em baixa: Frugalidade também…diz estrategista do Citigroup

by on ago.27, 2009, under ações, EUA

Deu na Bloomberg News – 27/08/2009

discretionary

O gráfico acima mostra o % de consumo discricionário* sobre o consumo total dos americanos no último trimestre em 15,6%, seu nível mais baixo desde 1959,  sugerindo que uma retomada deve ocorrer muito em breve. Segundo o estrategista chefe da área de ações do Citigroup Inc, Tobias Levkovich, o consumidor americano não deverá se tornar mais “frugal”. Para ele, a tendência é o comportamento do consumidor americano voltar ao seu “antigo padrão”, que prevaleceu dos anos 50 até os anos 70, com gastos mais compatíveis com a sua renda, em vez de financiados via linhas de crédito.

* Consumo discricionário: consumo que é considerado depois de satisfeitas as necessidades absolutas, e que tende a crescer com o aumento da renda. Neste sentido tende a ser ilimitado já que busca um prazer pessoal e uma interação social. A grande maioria das necessidades de um indivíduo inserido em uma sociedade desenvolvida se situa nesta categoria. Os produtos que as atenderão serão os mais diversos, desde os automóveis, até os vinhos ou roupas onde sempre se buscará uma evolução contínua na qualidade percebida dos produtos que são comprados.

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Investidor deixa Petrobrás e Vale e segue para outros fundos de ações

by on ago.27, 2009, under ações, fundos de ações, small caps

Deu no AE News – 26/08/2009

Relatório preparado pelo site financeiro Fortuna (www.fortuna.com.br), especializado em fundos de investimentos, revelou que entre maio e o dia 21 de agosto, enquanto os fundos de Petrobras e Vale perderam recursos da ordem de R$ 241 milhões – os demais fundos de ações para o varejo tiveram depósitos líquidos de R$ 197 milhões. De acordo com o relatório, em princípio, o interesse do investidor pela diversificação está relacionado com a rentabilidade destes fundos no ano. Na média, os fundos de small caps, por exemplo, deram retorno de 69,7% no ano, enquanto os setoriais livres renderam 51%. Os fundos indexados ao Ibovespa tiveram rentabilidade de 51% – acima do retorno dos fundos de ações da petrolífera (47,2%) e da mineradora (35,8%).

Atualmente os fundos compostos apenas por ações da petrolífera e da mineradora voltados ao pequeno investidor somam um patrimônio de R$ 11,9 bilhões, com 822 mil cotistas, enquanto os demais fundos de ações direcionados ao varejo têm patrimônio de R$ 13,7 bilhões e 595 mil cotistas.

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