ações
Otimismo de gestor mundial é o maior em 6 anos
by fernando on ago.22, 2009, under ações, hedge funds
Deu no Valo Economico – 20/08/2009
O otimismo dos investidores sobre a economia global atingiu o maior nível em pelo seis anos e o resultado é que os gestores voltaram a alocar o seu caixa em ações, revela pesquisa do Bank of America Merrill Lynch Research. Gestores de 204 fundos, com US$ 554 bilhões, foram entrevistados, entre 7 e 12 de agosto.
Norwegian Wood – Fundo soberano amplia atuação no Brasil
by fernando on ago.18, 2009, under ações, Brasil
Deu no Valor Economico – 12/08/2009
O fundo soberano da Noruega, com US$ 370 bilhões e o 2º maior do mundo, busca gestores externos para administrar seus investimentos em ações de companhias brasileiras, sinalizando o interesse em aumentar sua exposição no Brasil. O fundo investe os ganhos da Noruega em óleo e gás. Atualmente, mais de 50% dos recursos estão aplicados em ações em 7.900 empresas em todas as regiões do planeta, boa parte delas de pequeno porte. A outra parcela é investida em títulos, principalmente do Tesouro dos Estados Unidos. O fundo aumentou seus investimentos em ações no Brasil no meio da crise financeira global: 1,1% de seu portfólio eram de companhias brasileiras no 1º trimestre, comparado a 0,84% em dezembro de 2008 e 0,7% no começo de 2007. O investimento no país representa mais de US$ 2 bilhões e é maior do que tem sido aplicado em ações de companhias da China (0,87% do total), Rússia (1,08%) e Índia (0,73%).
Ensaio sobre a Cegueira: Lucros futuros….
by fernando on ago.18, 2009, under ações, Brasil
Para justificar a compra em ações neste momento, mesmo a preços elevados, os analistas estão jogando suas projeções para 2011. “Isso já é longe demais para mostrar ao investidor como a aplicação em bolsa vale a pena”, diz Jorge Simino diretor de investimentos da Fundação Cesp. ”A bolsa brasileira quase como um todo está muito esticada; pagar um preço sobre lucro (P/L, que dá uma ideia de quantos anos demoram para o investidor ter de volta o quanto aplicou na ação) entre 14 e 15 vezes para os resultados das empresas em 2010 não me parece algo razoável”, diz ele.