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Flight to quality: Carteira da Pimco pode se tornar a maior da história dos Estados Unidos
by fernando on dez.10, 2009, under ações, bancos, EUA, fundos de investimento, hedge funds
Deu no Valor Economico : 10/12/2009 - da Bloomberg
O fundo Pimco Total Return Fund, dirigido por Bill Gross desde a sua inauguração, em 1987, está a caminho de se tornar o maior fundo mútuo da história do setor, uma vez que os investidores optaram pela segurança dos bônus, apesar da alta das bolsas em 2009. A julgar pelos fluxos de entrada atuais, o fundo de bônus dirigido por Gross deverá superar este mês o recorde de US$ 202,3 bilhões atingido em 2007 pelo Growth Fund of America, segundo a empresa de pesquisas Morningstar.
O Total Return recebeu US$ 42 bilhões em dinheiro novo neste ano até outubro, quatro vezes mais do que qualquer outro fundo mútuo dos Estados Unidos, segundo mostram dados da Morningstar. O crescimento destaca a relutância do investidor pessoa física em aplicar em ações. Gross, codiretor de investimentos da Pacific Investment Management (Pimco), de Newport Beach, estado americano da Califórnia, pagou a seus clientes um retorno de 4,8% no ano passado, enquanto o Índice Standard & Poor’s, referencial das ações das maiores empresas dos Estados Unidos, perdeu 37%, incluindo dividendos.
Not enough: 11 executivos deixam o Bank of America durante revisão salarial
by fernando on out.23, 2009, under bancos, EUA
Deu no AE News -23/10/2009 : do Washington Post
Onze dos 25 executivos mais bem pagos no Bank of America Corp (BofA) deixaram a empresa desde que Kenneth Feinberg, “czar dos pagamentos”, do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, começou a revisar, em junho, a remuneração dos funcionários mais graduados das empresas que receberam ajuda do governo dos EUA, de acordo com The Washington Post.
Sob as regras anunciadas ontem por Feinberg, os salários em dinheiro para os principais executivos de sete corporações que receberam significativo auxílio do governo federal serão limitados a US$ 500.000 e o total de gratificações será cortado em 50%.
Um ano depois: Bancos retomam negócios de risco
by fernando on set.16, 2009, under bancos, derivativos, EUA, securitização
Deu no Valor Economico - 10/09/2009 - de David Enrich e Damian Paletta, The Wall Street Journal
Talvez o melhor indicador da volta da exuberância em Wall Street seja a incessante busca de engenharia financeira exótica. O mercado de derivativos de crédito, amplamente acusado de ajudar a desestabilizar os mercados, continua vasto. Em 31 de março, o valor nocional de derivativos de crédito existentes no sistema bancário dos EUA, uma medida muito usada, estava em US$ 14,6 trilhões, segundo o Gabinete da Controladoria da Moeda, órgão que regulamenta os bancos americanos. É uma queda de 8% em relação ao trimestre anterior, mas ainda quase o triplo dos US$ 5,5 trilhões de três anos atrás.
Os “swaps de taxa de retorno total” – um tipo de derivativo que caiu de moda durante a crise – estão entre os instrumentos que estão voltando, dizem banqueiros e investidores. Bancos usam esses instrumentos para oferecer financiamento de baixo custo a fundos de hedge, que em troca usam os recursos para comprar empréstimos alavancados ou outros ativos do banco. Os fundos de hedge põem os ativos adquiridos como garantia para o empréstimo. Durante a crise, os swaps prejudicaram bancos que tomaram os ativos usados como garantia mas descobriram que seus valores haviam despencado junto com os mercados em geral. Até obrigações de dívida colateralizada, conhecidas pela sigla em inglês CDO, talvez a maior fonte de perdas na história de Wall Street, estão voltando, de certa forma. Bancos estão desmontando títulos produzidos pela combinação de hipotecas residenciais e comerciais e rearranjando-os em instrumentos que especialistas descrevem como mini-CDOs. O objetivo é transformar os títulos lastreados por hipotecas, tidos como de alto risco, em instrumentos mais palatáveis ao investidor.
Não demorou – Grandes instituições americanas já vendem linhas de crédito atreladas a derivativos complicados e voláteis
by fernando on ago.27, 2009, under bancos, derivativos, EUA
Deu no Valor Economico – 24/08/2009 – da BusinessWeek
Algumas das mais recentes inovações de Wall Street dão o que pensar. Considere uma tendência nos empréstimos corporativos: os bancos normalmente atrelam linhas de crédito corportivas às taxas de juros de curto prazo. Mas agora, Citigroup, JPMorgan Chase e BofA, entre outros, estão ligando as linhas de crédito aos juros de curto prazo e aos swaps de defaults de crédito (CDS na sigla em inglês), os voláteis e complicados derivativos que deveriam agir como um “seguro”, recompensando seus detentores na eventualidade de uma companhia dar calote em suas dívidas. O JPMorgan, o BofA e o Citigroup não quiseram fazer comentários para este artigo.
Nesses novos arranjos, quando o preço dos CDS sobe – geralmente um sinal de que o mercado acredita que a saúde da companhia envolvida está se deteriorando -, o custo do empréstimo também aumenta. O resultado: quanto mais fraca a economia, maiores das taxas de juros que a companhia terá de pagar, o que a vai prejudicar ainda mais. Os bancos afirmam que os novos produtos dão a eles uma proteção extra contra defaults. Mas, para as empresas, pode ser exatamente o oposto. Os administradores agora precisam lidar com duas camadas de volatilidade – as taxas de juros de curto prazo e os swaps dos defaults de crédito, cujos preços podem atingir picos por razões que fogem ao seu controle.
Mesmo assim, muitas companhias não têm muitas alternativas. Com o crédito corporativo ainda apertado, os bancos estão cada vez mais direcionando os tomadores para os empréstimos atrelados a CDS. No total, os bancos já emprestaram quase US$ 40 bilhões este ano – mais ou menos 70% do total de linhas de créditos concedidas a tomadores em situação muito boa.
Renda em construção – Segmento de fundos imobiliários ensaia ganhar musculatura com a entrada de grandes bancos na distribuição de cotas
by fernando on ago.27, 2009, under bancos, fundos imobiliários
Deu no Valor Economico – 17/08/2009
O segmento de fundos imobiliários está em um de seus melhores momentos. O juro baixo aguçou não só o apetite do investidor como o de grandes bancos do varejo. Na lista, estão Bradesco e Caixa Econômica Federal, que voltam ao mercado depois de anos, e Citibank, que dá as caras pela primeira vez. Vale lembrar que a flexibilização recente das normas, que abriu a possibilidade de criação de fundos de fundos imobiliários e carteiras para investir em ativos de base imobiliária como certificados de recebíveis imobiliários (CRIs), também tem sua parcela de responsabilidade no reaquecimento do setor. O tíquete médio de aplicação de um fundo imobiliário, que gira em torno de R$ 400 mil, pode cair para R$ 50 mil, até R$ 30 mil. Atualmente, o setor de fundos imobiliários reúne 73 carteiras, com patrimônio de apenas R$ 4,3 bilhões, apesar da regulamentação ser de 1994.
Intervenção “Private equity”: Governo suíco obtém lucro de US$ 1,1 bilhão com o UBS
by fernando on ago.22, 2009, under bancos
Deu no Valor Economico – 21/08/2009 – do Financial Times, Haig Simonian de Zurique
O governo suíço obteve ontem um lucro de 1,2 bilhão de francos suíços (US$ 1,1 bilhão) sobre seu investimento de 10 meses no UBS (um retorno anualizado de cerca de 26%), no que executivos de bancos envolvidos chamaram de retorno “em estilo de private equity”. A transação estava sendo esperada depois do acordo de conciliação alcançado nesta semana, após uma longa e amarga disputa travada entre o banco e as autoridades tributárias dos EUA, e deixa o UBS livre de influência governamental e concentrado inteiramente nos seus próprios assuntos.
Sigilo corroído: Bancos de grandes fortunas buscam agora emergentes
by fernando on ago.22, 2009, under bancos
Deu no Valor Economico – 21/08/2009 – da Bloomberg News
Os bancos especializados em administração de grandes fortunas estão se voltando para os mercados emergentes e se afastando de clientes americanos num momento em que o acordo firmado com o governo dos Estados Unidos para entregar as informações de 4.450 contas de clientes do UBS às autoridades do país corrói as práticas de sigilo bancário.
Os bancos suíços detêm US$ 2 trilhões aportados por pessoas físicas estrangeiras, ou 27% da riqueza mundial mantida fora dos países de origem, segundo o Boston Consulting Group e a Associação dos Dirigentes de Bancos Suíços. “O acordo mostra que os bancos suíços podem ser pressionados por autoridades fiscais estrangeiras´´, disse Teodoro Cocca, professor de administração de grandes fortunas da Universidade Johannes Kepler de Linz, na Áustria.
Cereja do bolo – Seguradoras são o novo caminho de crescimento
by ricardo on ago.16, 2009, under bancos, Brasil, seguros
Deu na veja – radar – 14/9/2009
A disputa pela liderança do ranking dos grandes Bancos Brasileiros nunca esteve tão aquecida. O caminho escolhido para crescer pelos Bancos Públicos e Privados não está limitados a fusões (Itaú/Unibanco, Santander/ABN Real) ou compra integrais/parciais de similares de médio porte, financeiras, ou mesmo através das operações de crédito usando queda dos juros praticados. As seguradoras viraram uma das opções de crescimento de ativos e margens. Além das supostas negociações não concluídas, entre BRADESCO e PORTO SEGURO, Agora é a vez do insaciável BANCO DO BRASIL , que estuda a compra de 50% da parte do ING na SUL AMERICA, parceira a anos em vários segmentos de seguros.