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China

Back to the future: Volume de captação em Ofertas Públicas neste ano já é maior que em 2008

by on dez.09, 2009, under ações, Brasil, China, EUA, IPO (Initial Public Offering)

Deu no Valor Economico – 09/12/2009 

As ofertas públicas iniciais caminham rapidamente para voltar aos níveis estratosféricos vistos antes da crise financeira que paralisou os negócios, principalmente nos países desenvolvidos. Um levantamento das operações globais até novembro, que será divulgado hoje pela consultoria Ernst & Young, mostra que, apesar de o número de negócios ter sido menor, o volume em dinheiro ultrapassa o que foi captado nos 11 meses de 2008.

De janeiro a novembro aconteceram 459 aberturas de capital, 40% abaixo do que houve no mesmo período de 2008 (749). No entanto, em valor, a safra rendeu US$ 94,9 bilhões, comparado a US$ 94,6 bilhões nos 11 meses do ano anterior (US$ 95,2 bilhões no ano todo).

Os países em desenvolvimento, que representaram 70% do número e valor das ofertas, com destaque para Brasil e China, onde foram captados 53% do total.

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Unlike the others… Brasil decola e pode ser 5ª economia do mundo, diz capa/ The Economist

by on nov.16, 2009, under Brasil, China, commodities

Deu no AE News 13/Nov/2009: da revista The Economist

Londres, 12 – O Brasil é o tema de capa da The Economist nesta semana. Com uma foto do Cristo Redentor subindo como um foguete, a revista britânica diz que o “Brasil decola”. A publicação afirma que o País deve se tornar a quinta maior economia do mundo em uma década após 2014, ultrapassando o Reino Unido e a França.

A revista lembra que, quando o Goldman Sachs lançou o acrônimo Brics, a presença do Brasil, ao lado da Rússia, Índia e China, era questionada. No entanto, o País supera as demais nações do grupo em alguns pontos. “Ao contrário da China, é uma democracia. Ao contrário da Índia, não tem insurgentes, conflitos religiosos ou étnicos ou vizinhos hostis. Ao contrário da Rússia, exporta mais do que petróleo e armas e trata os investidores estrangeiros com respeito”, diz a extensa reportagem.

A capa da The Economist vem uma semana depois do destaque obtido pelo País no Financial Times, após seminário realizado em Londres com o primeiro escalão do governo e opresidente Lula. (Daniela Milanese)

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How to dismantle an atomic bomb: China: Problema será retirar sem traumas o apoio do Estado à economia

by on out.23, 2009, under ações, China, commodities

Deu no Valor Economico: 22/10/2009: da Bloomberg

A farra do crédito na China, estimulada pelo pacote de estímulo do governo, impeliu o crescimento econômico no terceiro trimestre. Agora, os responsáveis pelas políticas públicas têm que descobrir como desmamar a economia do apoio do Estado. A revitalização do país teve como força motriz 4 trilhões de yuans (US$ 586 bilhões) de gastos em ferrovias, rodovias, usinas de energia elétrica e habitação pública. O programa termina no ano que vem, o que obrigará o primeiro-ministro, Wen Jiabao, a encontrar novas formas de sustentar a expansão com aumento nos gastos do consumidor e no crédito para as pequenas empresas.

O apoio do Estado deve responder por mais de 80% do crescimento econômico da China este ano, segundo o Banco Mundial. “Esse foi um crescimento à base de esteroides”, disse Michael Pettis, professor de finanças da Universidade de Pequim e ex-diretor de mercados emergentes do Bear Stearns. “A questão agora é como parar de injetar tanto dinheiro no sistema sem reduzir acentuadamente o crescimento econômico”, completou.

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The long and winding road: Yuan e Real fazendo parte da cesta de moedas internacionais junto com dólar, euro e libra?

by on set.16, 2009, under Brasil, câmbio, China, EUA

Deu no Ae News – 10/09/2009 – Em entrevista à jornalista Luciana Xavier, do AE Broadcast Ao Vivo

AE – O senhor vê a possibilidade de moedas como o yuan e o real fazendo parte da cesta de moedas internacionais junto com dólar, euro e libra?
Eichengreen – A primeira regra para se fazer previsões é “dê uma projeção ou dê uma data, mas nunca dê os dois ao mesmo tempo” (risos). Então a resposta é sim, acho que isso é possível. Mas não sei quando. Acho que os chineses estão seriamente empenhados em fazer da moeda deles uma moeda internacional. E sei que a Rússia e o Brasil têm falado sobre a mesma coisa. Mas chegar lá será um longo e trabalhoso processo. Vai levar de 10 a 20 anos para construir mercados financeiros profundos e com a liquidez que tem de existir para fazer com que a moeda de um país seja atraente aos estrangeiros. Será preciso fazer de Xangai e São Paulo centros financeiros internacionais comparáveis aos de Nova York e Londres.

Eichengreeen é professor de Economia e Ciência Política na Universidade da Califórnia, Berkeley , pesquisador do National Bureau of Economic Research (NBER) e foi consultor Fundo Monetário Internacional (FMI). É também autor de vários livros, entre eles, “Globalização do Capital” e “Crises Financeiras”.

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US$ ladeira abaixo (2) – China pretende lançar, pela 1 vez, bônus soberanos denominados em sua própria moeda, o yuan.

by on set.08, 2009, under câmbio, China, EUA

Deu no AE-News – 08/09/2009  – Josué Leonel colaborador da AE e comentarista da Rede Eldorado

O ministério das Finanças esclareceu que emitirá seis bilhões de yuans, ou US$ 878,5 milhões, de bônus soberanos em Hong Kong em 28 de setembro, com o objetivo de iniciar um mercado de bônus denominado em yuan e alavancar o status global da moeda chinesa. O lançamento do bônus em yuan segue-se a outros passos dados recentemente pela China para tornar sua moeda mais fluida.  Embora um yuan fortalecido possa representar um desafio adicional à supremacia do dólar, as mudanças podem contribuir para amortecer o processo de transição de uma economia global ancorada na moeda americana para um sistema financeiro internacional mais diversificado. A disparada do ouro para US$ 1.000 é um sintoma de um mundo que vê poucas alternativas de investimento para sobras de recursos. Até agora, a própria China teve de colocar em títulos americanos grande parte de sua imensa poupança. Um mercado chinês maior e mais aberto pode se tornar uma opção.

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… & Red Chips: China pode anunciar em breve regras p/ IPOs de empresas estrangeiras

by on set.08, 2009, under ações, China, IPO (Initial Public Offering)

Deu no AE News – 08/09/2009

A China pode estar perto de anunciar regras que vão permitir que companhias estrangeiras listem ações no país, em um movimento há muito tempo antecipado que poderá aprofundar o desenvolvimento do mercado de ações chinês e pavimentar o caminho para que empresas de outros países tenham acesso a yuans. As regras deverão cobrir áreas como exigências de capital, regras de contabilidade, governança corporativa e remessa de fundos levantados com ofertas públicas de ações (IPOs), segundo Tokuchi, diretor administrativo e chefe de investimento da Citic Securities, a maior corretora chinesa em valor de mercado. As regras deverão cobrir companhias de outros países e as “red chips”, que são empresas registradas e listadas no exterior, geralmente em Hong Kong, mas cujos ativos estão em boa parte na China.

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Ladeira abaixo: PIMCO: Dólar deve enfraquecer ao perder status de reserva de valor

by on ago.23, 2009, under Brasil, China, EUA, hedge funds

Deu no AE News – 19/08/2009

“Embora seja verdade que nenhuma moeda emergente tenha atingido massa crítica como substituto viável (à moeda americana), há muitas razões para esperar um declínio secular no valor do dólar”, diz Curtis Mewbourne, um dos gestores de carteira da Pimco, maior administradora de fundos de renda fixa do mundo. Ele destaca que os emergentes detém a “fatia do leão” das reservas internacionais – formadas sobretudo por dólares e, em parcela menor, euros – e vêm manifestando publicamente temores com o impacto do enfraquecimento da economia e dosistema bancários dos EUA sobre o dólar.

Para dar uma ideia do potencial da demanda doméstica de alguns emergentes chave, Mewbourne lembra que os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China) têm dez vezes a população dos EUA e menos de 3% do conjunto da população têm automóvel. “Uma análise recente do Credit Suisse mostra que o consumo chinês já é o segundo maior contribuinte para o consumo global e que a China e a Índia serão o primeiro e o quarto maiores contribuintes até 2020″, afirma.

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Emerging Power: IPO de ações dos BRIC mostram poder cada vez maior dos emergentes

by on ago.18, 2009, under Brasil, China, IPO (Initial Public Offering)

Deu no Valor Economico – 31/07/2009 – da Bloomberg News

Os dois maiores IPOs de ações do mundo neste ano vieram da China e do Brasil, reflexo do “crescente poder” do grupo de países conhecido como Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), segundo Barton Biggs, que administra o fundo hedge nova-iorquino Traxis Partners.  A China State Construction Engineering, maior construtora imobiliária do país, levantou no dia 23 de julho 50,2 bilhões de yuans (US$ 7,3 bilhões) em Xangai, maior oferta pública inicial de ações em 16 meses. A afiliada brasileira da Visa, conhecida como VisaNet, obteve R$ 8,4 bilhões (US$ 4,3 bilhões) com oferta em São Paulo, em junho

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+TIPS para a China

by on ago.07, 2009, under China, EUA, juros

Deu no AE News (Agencia Estado) – 04/08/2009
O governo dos EUA prometeu à China, durante o Diálogo Econômico e Estratégico do último final de semana em Washington, que continuará a emitir títulos do Tesouro indexados à inflação (Tips, na sigla em inglês). A China, maior detentora de títulos da dívida do governo norte-americano, está cada vez mais preocupada com a segurança de seu investimento, por causa da desvalorização do dólar e da expectativa de um aumento da inflação nos EUA.

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Negócio da China 2: Preço/Lucro 51.3x + 50% no 1º dia: Sell!!!!!

by on jul.29, 2009, under China, IPO (Initial Public Offering)

- ações da China State Construction (PL 51,3x) dispararam mais de 50% em sua estreia no mercado hoje 29/07/2009 - IPO recorde no ano US$ 7,3 bilhões.  Em nov/2007, a estatal Petrochina estreou na bolsa com um valor de mercado de US$ 1 trilhão, que a tornava a empresa de maior capitalização do mundo, à frente da concorrente americana Exxon.

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