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Unlike the others… Brasil decola e pode ser 5ª economia do mundo, diz capa/ The Economist

by on nov.16, 2009, under Brasil, China, commodities

Deu no AE News 13/Nov/2009: da revista The Economist

Londres, 12 – O Brasil é o tema de capa da The Economist nesta semana. Com uma foto do Cristo Redentor subindo como um foguete, a revista britânica diz que o “Brasil decola”. A publicação afirma que o País deve se tornar a quinta maior economia do mundo em uma década após 2014, ultrapassando o Reino Unido e a França.

A revista lembra que, quando o Goldman Sachs lançou o acrônimo Brics, a presença do Brasil, ao lado da Rússia, Índia e China, era questionada. No entanto, o País supera as demais nações do grupo em alguns pontos. “Ao contrário da China, é uma democracia. Ao contrário da Índia, não tem insurgentes, conflitos religiosos ou étnicos ou vizinhos hostis. Ao contrário da Rússia, exporta mais do que petróleo e armas e trata os investidores estrangeiros com respeito”, diz a extensa reportagem.

A capa da The Economist vem uma semana depois do destaque obtido pelo País no Financial Times, após seminário realizado em Londres com o primeiro escalão do governo e opresidente Lula. (Daniela Milanese)

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How to dismantle an atomic bomb: China: Problema será retirar sem traumas o apoio do Estado à economia

by on out.23, 2009, under ações, China, commodities

Deu no Valor Economico: 22/10/2009: da Bloomberg

A farra do crédito na China, estimulada pelo pacote de estímulo do governo, impeliu o crescimento econômico no terceiro trimestre. Agora, os responsáveis pelas políticas públicas têm que descobrir como desmamar a economia do apoio do Estado. A revitalização do país teve como força motriz 4 trilhões de yuans (US$ 586 bilhões) de gastos em ferrovias, rodovias, usinas de energia elétrica e habitação pública. O programa termina no ano que vem, o que obrigará o primeiro-ministro, Wen Jiabao, a encontrar novas formas de sustentar a expansão com aumento nos gastos do consumidor e no crédito para as pequenas empresas.

O apoio do Estado deve responder por mais de 80% do crescimento econômico da China este ano, segundo o Banco Mundial. “Esse foi um crescimento à base de esteroides”, disse Michael Pettis, professor de finanças da Universidade de Pequim e ex-diretor de mercados emergentes do Bear Stearns. “A questão agora é como parar de injetar tanto dinheiro no sistema sem reduzir acentuadamente o crescimento econômico”, completou.

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1 pra 1: Pré-Sal: Standard Bank vê paridade do Real com o Dólar em 10 anos.

by on set.01, 2009, under Brasil, câmbio, commodities

Deu no AE News – 01/09/2009

As descobertas do pré-sal têm o potencial de transformar a economia brasileira, caso a administração dos recursos provenientes da exploração seja bem feita, avalia o economista Michael Hugman, do Standard Bank, que analisa o País em Londres. “Há uma possibilidade real de grande mudança na economia” afirmou à Agência Estado. Para ele, o poder do petróleo brasileiro é tão grande que pode levar o real à paridade com o dólar e elevar o rating de crédito para a nota “A” num período de cerca de dez anos.

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It ain’t sweet darling – Empresas de alimentos alertam sobre falta de açúcar nos EUA

by on ago.18, 2009, under commodities, EUA

Deu no AE News – 13/08/2009 – do WSJ Wall Street Journal

…as cotações do açúcar atingiram os maiores níveis em 28 anos na Bolsa de Nova York e mostram poucos sinais de que vão cair. Apenas neste ano, o aumento foi de 95%. Isso decorre do fato de que o mundo está consumindo mais açúcar que produzindo. Enquanto o maior produtor mundial, o Brasil, transforma grande parte da cana-de-açúcar em álcool, outro grande do setor, a Índia, vê sua safra quebrada pelo clima. Nos Estados Unidos, a febre do álcool de milho fez subir o preço do grão, outro importante ingrediente da indústria alimentícia.  

Em uma carta entregue ao secretário de Agricultura do país, Thomas Vilsack, grandes companhias, como Kraft Foods, General Mills, Hershey e Mars, alertaram sobre a possibilidade de haver no mercado dos EUA uma severa escassez de açúcar, matéria-prima básica de produtos como barras de chocolate, cereais matinais, biscoitos e milhares de outros produtos.  A carta ao USDA é o embate mais recente de uma longa disputa entre o setor de alimentos e a indústria de açúcar a respeito das regras federais que inflam, de forma artificial, os preços do açúcar produzido no mercado norte-americano. São esses preços que sustentam a renda de produtores de beterraba e cana-de-açúcar, cujo lobby junto ao governo é bastante habilidoso. Normalmente, o preço que os fabricantes de alimentos pagam pelo açúcar nos EUA é o dobro do praticado no mercado internacional.

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