EUA
Década Perdida: Jim Rogers acredita que EUA ainda devem sofrer por muitos anos
by fernando on ago.26, 2009, under EUA, hedge funds
Deu na Revista Veja – 22/08/2009
… Como muitos pareciam imaginar, no fim das contas os Estados Unidos mostraram que não são uma terra encantada, onde nada de ruim pode acontecer. … Tivemos dez ou quinze anos dos piores excessos já vistos no mercado de crédito – não só da história americana, mas de todo o mundo. Quando se vive um exagero gigantesco como esse, alguém tem de pagar o preço. Não se pode simplesmente acordar de manhã e dizer: “Está tudo bem agora. Vamos esquecer o que foi feito nos últimos quinze anos”. … Os Estados Unidos e a Inglaterra sofrerão por muitos anos ainda os efeitos da crise. Não ficarei surpreso se a economia americana tiver uma década perdida.” Jim Rogers*
* Ao lado de George Soros, Jim Rogers criou e administrou o Quantum, fundo de investimentos que obteve até então a maior valorização da história do capitalismo – 4 000% em seus primeiros dez anos.
Ladeira abaixo: PIMCO: Dólar deve enfraquecer ao perder status de reserva de valor
by fernando on ago.23, 2009, under Brasil, China, EUA, hedge funds
Deu no AE News – 19/08/2009
“Embora seja verdade que nenhuma moeda emergente tenha atingido massa crítica como substituto viável (à moeda americana), há muitas razões para esperar um declínio secular no valor do dólar”, diz Curtis Mewbourne, um dos gestores de carteira da Pimco, maior administradora de fundos de renda fixa do mundo. Ele destaca que os emergentes detém a “fatia do leão” das reservas internacionais – formadas sobretudo por dólares e, em parcela menor, euros – e vêm manifestando publicamente temores com o impacto do enfraquecimento da economia e dosistema bancários dos EUA sobre o dólar.
Para dar uma ideia do potencial da demanda doméstica de alguns emergentes chave, Mewbourne lembra que os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China) têm dez vezes a população dos EUA e menos de 3% do conjunto da população têm automóvel. “Uma análise recente do Credit Suisse mostra que o consumo chinês já é o segundo maior contribuinte para o consumo global e que a China e a Índia serão o primeiro e o quarto maiores contribuintes até 2020″, afirma.
It ain’t sweet darling – Empresas de alimentos alertam sobre falta de açúcar nos EUA
by fernando on ago.18, 2009, under commodities, EUA
Deu no AE News – 13/08/2009 – do WSJ Wall Street Journal
…as cotações do açúcar atingiram os maiores níveis em 28 anos na Bolsa de Nova York e mostram poucos sinais de que vão cair. Apenas neste ano, o aumento foi de 95%. Isso decorre do fato de que o mundo está consumindo mais açúcar que produzindo. Enquanto o maior produtor mundial, o Brasil, transforma grande parte da cana-de-açúcar em álcool, outro grande do setor, a Índia, vê sua safra quebrada pelo clima. Nos Estados Unidos, a febre do álcool de milho fez subir o preço do grão, outro importante ingrediente da indústria alimentícia.
Em uma carta entregue ao secretário de Agricultura do país, Thomas Vilsack, grandes companhias, como Kraft Foods, General Mills, Hershey e Mars, alertaram sobre a possibilidade de haver no mercado dos EUA uma severa escassez de açúcar, matéria-prima básica de produtos como barras de chocolate, cereais matinais, biscoitos e milhares de outros produtos. A carta ao USDA é o embate mais recente de uma longa disputa entre o setor de alimentos e a indústria de açúcar a respeito das regras federais que inflam, de forma artificial, os preços do açúcar produzido no mercado norte-americano. São esses preços que sustentam a renda de produtores de beterraba e cana-de-açúcar, cujo lobby junto ao governo é bastante habilidoso. Normalmente, o preço que os fabricantes de alimentos pagam pelo açúcar nos EUA é o dobro do praticado no mercado internacional.
Flight to quality? Not for us (Brazil)
by fernando on ago.13, 2009, under Brasil, EUA, juros
Deu na Folha de São Paulo – Dinheiro – 12/08/2009
Desde o fim de agosto (duas semanas antes da quebra do Lehman Brothers) até 30 de maio, Brasil reduz em US$ 25,5 bi volume de treasuries americanos, enquanto China e Rússia elevam investimento. Nenhum dos 15 maiores credores dos EUA fez o mesmo movimento brasileiro. A China, por exemplo, aumentou em 40% suas aplicações entre agosto de 2008 e maio deste ano, para US$ 801,5 bilhões, e continua a ser o maior credor externo dos EUA. No caso russo, o crescimento foi de 19,5%. A dívida pública dos EUA vai saltar de 41% do PIB no ano fiscal passado para 82% em 2019, segundo previsão de órgão do Congresso do país. http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u608524.shtml
“Muito” menos crédito para o consumidor
by fernando on ago.07, 2009, under EUA
Deu no AE News -(Agencia Estado) – 05/08/2009
O Citigroup pretende vender até 20 divisões de negócios, principalmente na área de crédito ao consumidor, incluindo clientes subprime, empréstimos hipotecários, empréstimos estudantis e para compra de automóveis. Muitas das unidades estão na Europa. “A grande razão para isso é que tem ocorrido uma mudança nos mercados de crédito ao consumidor”, disse o presidente do banco, Vikram Pandit, acrescentando que há menos disponibilidade de financiamento e esses mercados são menos sólidos como negócios.
+TIPS para a China
by fernando on ago.07, 2009, under China, EUA, juros
Deu no AE News (Agencia Estado) – 04/08/2009
O governo dos EUA prometeu à China, durante o Diálogo Econômico e Estratégico do último final de semana em Washington, que continuará a emitir títulos do Tesouro indexados à inflação (Tips, na sigla em inglês). A China, maior detentora de títulos da dívida do governo norte-americano, está cada vez mais preocupada com a segurança de seu investimento, por causa da desvalorização do dólar e da expectativa de um aumento da inflação nos EUA.
Trading Machine
by fernando on ago.07, 2009, under EUA
Deu na Bloomberg News – 05/08/2009
- o Goldman Sachs bateu seu próprio recorde e conseguiu obter lucros diários acima de US$100 milhões com operações de TRADING em 46 dias separados durante o 2º trimestre de 2009,ante 34 dias do 1º trimestre de 2009. Para efeito de comparação foram 90 dias em 2008, 88 dias em 2007, 49 dias em 2006, 18 em 2005 e 14 em 2004.
Giant Clash: Greenspan X Roubini
by fernando on ago.03, 2009, under EUA
- ” A crise financeira nos EUA ainda não acabou, mas está “chegando muito perto” do final. “, disse Greenspan
- “… há o risco de uma recessão do tipo queda dupla no 2º semestre do ano que vem ou em 2011″, disse Roubini
Obama Banks
by fernando on jul.30, 2009, under EUA
- o governo federal dos EUA se tornou dono de 1/3 do gigante bancário Citigroup ao completar hoje a troca de títulos no valor de US$ 60 bilhões em ações ordinárias
Depois da queda
by fernando on jul.28, 2009, under EUA
- preços de casas em Maio nos EUA (medido pelo índice S&P/Case-Shiller) teve a 1ª alta mensal em 34 meses.